Copa do Brasil

Vitória contra o Paysandu só reforçou o que já sabíamos

O Santos largou na frente do Paysandu e conquistou uma vantagem razoavelmente confortável para o jogo em Belém. O problema é que, semana após semana, o time apresenta os mesmos erros. Pior: Dorival Júnior se nega a enxergá-los. Teimosia de Dorival chegou ao ponto de queimar o futebol de Vitor Bueno O jogo de ontem deixou bem claro que a torcida do Santos simplesmente não suporta mais Vitor Bueno como titular. O camisa 7 já deveria ter sido sacado há alguns jogos e o abatimento com a má fase está estampado em seu rosto. Dorival deveria ter a coerência de evitar a exposição desnecessária do garoto, mas sensatez, ultimamente, passa longe do treinador do Peixe. Vladimir Hernández e Copete precisaram de apenas um lance para mostrar mais que o concorrente de posição em 60 minutos. Aliás, não fosse o desvio de cabeça de Copete, o Santos entraria em uma cilada…

Opinião

Dois anos de clube e pouco futebol: nada justifica a renovação de contrato de Longuine

O Lance! informou ontem que a diretoria do Santos e os agentes de Rafael Longuine divergem em relação aos valores que o meia deve ganhar a partir de sua renovação de contrato. Negociações como essa engordam a lista de fatos que não são simples de compreender no universo alvinegro. Há dois anos no Santos, Longuine não empolgou em momento algum. Nunca teve uma sequência de jogos, tampouco mostrou qualidade a ponto de pedir um reajuste salarial. Na verdade, já espanta o fato de Modesto Roma ter interesse em renovar o contrato do jogador. Segundo a nota do jornal, “o estafe do camisa 17 entende que, pelo rendimento recente e até por sondagens de outros clubes da Série A, o meia poderia receber um valor maior”. Qual foi o rendimento recente de Longuine? Dois golzinhos contra times fracos do Paulista e uma boa atuação diante do São Bernardo? É muito pouco…

Copa do Brasil

Rival inferior e casa cheia: Santos tem tudo para largar bem na Copa do Brasil

Dos times grandes garantidos nas oitavas de final da Copa do Brasil, o Santos foi o que se deu melhor no sorteio. O Peixe escapou de confrontos contra Internacional e Fluminense, times que certamente causarão problemas a Palmeiras e Grêmio, respectivamente, e encara um adversário que não deve complicar a ida alvinegra às quartas, o Paysandu. Se o Santos fizer o que dele se espera – embora o momento não seja positivo, o Paysandu está alguns degraus abaixo -, já encaminha a classificação logo na quarta-feira, na Vila Belmiro. Nas últimas duas edições da Copa do Brasil, os comandados de Dorival jogaram no lixo as chances que tiveram para conquistar um título relevante nacionalmente. Em 2015, veio a derrota desastrosa para o Palmeiras, depois de um festival de chances perdidas no jogo de ida. No ano passado, uma queda absurda para os reservas do Internacional, já no caminho para a…

Copa Libertadores

Um bom resultado e um futebol horroroso em Bogotá

Há duas formas de enxergar o empate sem gols contra o Santa Fe, em Bogotá. Olhando friamente para o resultado, que deixa a classificação às oitavas de final encaminhada, o Santos cumpriu sua missão na Colômbia. É o líder do grupo, ainda faz dois jogos em casa e, em tese, tem mais qualidade que os adversários. A segunda maneira de encarar o 0 a 0 da noite de ontem está ligada justamente à falta de qualidade do futebol apresentado pelo Santos. O primeiro tempo foi pavoroso, praticamente sem chances para ambos os lados. O Santa Fe sequer parecia mandante e, até a expulsão de Jean Mota, não fazia questão de encurralar o Peixe. Com mais pegada de Libertadores e alguma organização, não seria difícil voltar ao Brasil com os três pontos. E por que os três pontos não vieram? Em primeiro lugar, havia um buraco entre a defesa e o…