Copa Libertadores

Bruxa solta: o que muda no Santos para decisão desta quarta?

O momento é de apreensão na Vila na véspera da decisão contra o Barcelona de Guaiaquil. Dos três desfalques esperados – Lucas Lima, Renato e Victor Ferraz -, um só já é capaz de mudar bruscamente o rendimento da equipe: o do camisa 10. Sem seu principal articulador, o Santos perde muito e passa a depender ainda mais de Bruno Henrique pela esquerda. Com Daniel Guedes na direita, o Santos ganha consideravelmente nas bolas paradas e cruzamentos. O substituto de Victor Ferraz não marca tão bem, mas no apoio vai melhor que o titular. Se corresponder às expectativas e o Peixe sair com a classificação, pode não sair mais do time. Vecchio, mesmo sem ritmo de jogo, tem muito mais a oferecer ao Santos do que Cittadini, que não embala de jeito algum no clube. É possível esperar mais do argentino até mesmo que de Renato. Antes de se lesionar,…

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Santos segura a pressão em jogo pobre tecnicamente. Time precisará de Lucas Lima e Bruno Henrique inteiros na Vila

Pouca inspiração dos dois times e muita luta dentro de campo. Pobre tecnicamente, o jogo de ida entre Barcelona e Santos teve cara de Libertadores. No fim das contas, o Peixe retorna do Equador com um bom resultado na bagagem e, na semana que vem, entra como favoritíssimo a sair com a classificação às semifinais. Antes de partir para a análise dos jogadores, cabe uma ressalva sobre o estilo de jogo que o Santos adotou em Guaiaquil. No primeiro tempo, um pouco assustado no início e satisfeito com o empate no restante da etapa, os visitantes não fizeram nenhuma questão de propor o jogo – algo corriqueiro no Campeonato Brasileiro. A diferença é que o formato da Libertadores é ideal para que o Santos “amarre” as partidas fora de casa – o que não acontece em uma competição por pontos corridos. Tocar de lado, criar pouco, viver de um ou…

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“Transformação” de Alison não poderia ter vindo em um momento melhor

A saída de Thiago Maia, em julho, foi motivo de muita reclamação e, segundo muitos torcedores, abriu um buraco que parecia que não seria preenchido tão cedo no time do Santos – embora este blogueiro tenha suas ressalvas sobre o hoje jogador do Lille. Era consenso que, sem o jovem volante, já encaixado e adaptado ao esquema, provavelmente o time sofreria com a reposição, até pelo fato de o elenco ser enxuto e com peças de qualidade duvidosa no banco de reservas. Vecchio foi muito bem quando teve chances, mas hoje sofre com problemas físicos. A falta de opções obrigou Levir Culpi a ressuscitar um jogador que dava sinais de que não teria mais chances no Santos: Alison. Sem espaço com Dorival Júnior, ele sumiu do mapa durante algum tempo e disputou o Paulista pelo Red Bull Brasil. Para surpresa de todos, desde que ganhou novas oportunidades no Santos, Alison…

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Muito sofrimento, pouco futebol. Santos precisa jogar mais bola para pensar grande na Libertadores

Tem sido constante ver o Santos arrancar resultados satisfatórios jogando muito pior que os adversários. Muito recuado e passivo diante do futebol envolvente do Atlético-PR na noite de ontem, o Peixe, apesar de mostrar mais vontade que há três meses, segue devendo tecnicamente. O momento sem brilho quando o assunto é a parte técnica da equipe passa pela incapacidade da dupla de volantes de levar o time à frente. O jogo contra o Atlético-PR foi a prova cabal de que Yuri, extremamente inseguro e habituado a apenas tocar de lado ou para trás, não dá conta de ser titular do Santos em um jogo grande. A falta de dinamismo na saída de bola facilitou o trabalho do Atlético-PR, que mandou no jogo e colocou o Santos na roda, passando a impressão de que estava na Arena da Baixada. A apreensão só não foi ainda maior porque Vanderlei está acostumado a…