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Realidade virtual

No último dia 5, Ademário Oliveira (PSDB, na foto) agendou um ato para prestação de contas dos primeiros seis meses de mandato à frente da Administração cubatense. O evento, no entanto, não foi realizado – manifestantes impediram o prefeito de “abrir os cofres” do Paço Municipal, como ele vinha alardeando. “Fomos cerceados por uma minoria, mas muito pequena, que não tinha interesse em que a sociedade soubesse da verdade”, afirmou o tucano, na ocasião. Talvez o contingente não fosse tão diminuto assim. Ele marcou nova apresentação para esta sexta-feira (dia 21), às 18 horas. Só que, desta vez, sem a participação popular – ele fará a exposição do relatório pelo Facebook da Prefeitura.

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Quem fala o que quer…

O ex-vereador Rafael Redó (DEM) afirma que se todos os candidatos de oposição tivessem se engajado em sua campanha ao Paço Municipal no ano passado Artur Parada Prócida (PSDB) não teria sido reeleito. Para o prefeito, o discurso não passa de “vaidade de candidato derrotado”. Segundo o tucano, “pela falta de maturidade e competência”, seu adversário não conseguiu nem ter as contas de campanha aprovadas. “Ao invés de trabalhar em harmonia com a Administração Municipal, agora prefere ocupar um cargo com alto salário no governo do PSDB”. O democrata, hoje, é gerente regional da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano).

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O tempo não passa

Morto na terça-feira, o deputado estadual Celso Giglio (PSDB) abriu o 57º Congresso Estadual de Municípios, realizado em Santos, em 2013, com o tema Municipalismo: União por Novos Tempos. À época, o tucano era presidente da Associação Paulista de Municípios (APM). Passados quatro anos e com as prefeituras brasileiras com as economias em frangalhos, percebe-se que o tema não avançou.

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Não é bem assim

Os constantes boatos de que a Prodesan (Progresso e Desenvolvimento de Santos) pode vir a fechar as portas fez com que o líder governista na Câmara santista, vereador Ademir Pestana (PSDB), procurasse o secretário municipal de Governo, Rogério Santos, para elucidar as dúvidas. “A Administração está preocupado em tornar a empresa equilibrada em suas contas e, principalmente, dar tranquilidade aos trabalhadores, seu maior patrimônio”, afirmou o tucano, após o encontro.  

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Mensagem direta

O posicionamento público do deputado federal Marcelo Squassoni (PRB) pró-Michel Temer (PMDB) na denúncia do Procuradoria Geral da República contra o peemedebista repercutiu em seu reduto eleitoral, o Guarujá. Valter Batista (Rede – na foto), candidato a prefeito em 2016, divulgou uma carta aberta endereçada ao republicano. O tom é de indignação. “Seu voto pode ser determinante para a impunidade de um possível criminoso”, diz o professor, que acusa o atual presidente de “prática política revoltante e indigna que envergonha um país”. No final, ele pede que o parlamentar reconsidere seu voto: “É chegada a hora de o senhor decidir como quer passar para a História”.

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Poder feminino

A ala feminina do Partido Progressista (PP) terá uma nova presidente estadual: a vereadora Audrey Kleys (na foto), de Santos. O convite para dirigir o PP Mulher em São Paulo partiu do presidente da sigla no Estado, o deputado federal Guilherme Mussi. O combate ao “descaso” em serviços pré-natais e de parto e a criação de delegacias da mulher com atendimento 24 horas são as prioridades apontadas pela jornalista na nova função. Ela já vem fazendo um ‘estágio preparatório’ no segmento desde que assumiu o primeiro mandato – preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher do Legislativo santista.

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A longo prazo

Sobre as reformas defendidas pelo presidente Michel Temer (PMDB), o jornalista Paulo Henrique Amorim entende que a aprovação das medidas não muda o ambiente econômico imediatamente. “Elas têm um efeito político muito forte, um efeito psicológico muito forte”, diz o apresentador de TV, que esteve em Santos na quarta-feira para ministrar uma palestra a convite do Banco do Brasil e do Brasilprev. “Esse efeito, porém, é maior para o governo. Para a sua sobrevivência e, sobretudo, sua legitimidade diante do mercado financeiro do que propriamente para a atividade empresarial, que só será beneficiada pelas reformas a médio e a longo prazo”.