Para levar na esportiva

Os problemas registrados no Conjunto Poliesportivo Rebouças e no Estádio Municipal Pagão, entre outros equipamentos esportivos de Santos, devem ser alvo de discussão na Câmara Municipal em breve. O presidente da Comissão de Esportes, Turismo e Lazer da Casa, Zequinha Teixeira (PSD), convidará o atual secretário de Esportes, Sadao Nakai (PSDB), e seu antecessor no cargo, Alcídio Mello, o Cidão, para prestar esclarecimentos. “Não se trata de caça às bruxas”, garante o social-democrático. “Vamos abrir o espaço para eles sanarem as dúvidas”.  

Mão única

Uma queda de braço silenciosa ronda a Rodoviária de Santos. O imóvel pertence à Prodesan, que o aluga para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) – o problema é que esta já acumula uma dívida estimada em mais de R$ 800 mil. O caso foi parar na Justiça – a credora entrou com uma ação de execução contra a CET com a finalidade de receber as mensalidades em atraso. Um cenário nada animador pode se desenhar no horizonte: a companhia corre o risco de ter os repasses do salário aos funcionários penhorados para que o débito seja saldado.

Olhar além

Por Rafael Motta Um antigo tucano, de plumagem embranquecida por décadas de militância, considera que o PSDB cometeu “um erro” ao seguir orientação nacional e manter, na presidência do diretório do partido no Estado, o deputado estadual Pedro Tobias. Para esse histórico filiado, a medida – ainda que tomada por unanimidade em São Paulo – nada mais faz do que reproduzir uma decisão contestada: a manutenção, no comando nacional da sigla, do senador Aécio Neves, diretamente interessado em concorrer de novo ao Planalto em 2018. O governador paulista, Geraldo Alckmin, é também pré-candidato à Presidência da República. Mas o movimento político que resultou na permanência de Tobias no diretório é visto como uma tentativa de frear o avanço de um forte aliado, hoje, no Estado: o PSB. O partido socialista é comandado, em São Paulo, pelo vice-governador Márcio França – que assumirá o Governo paulista caso Alckmin dispute mesmo o…

Às claras

O vereador Edilson Dias (PT – na foto) já tentou mexer no vespeiro em duas ocasiões na última legislatura da Câmara de Guarujá – não teve sucesso. Agora presidente do Legislativo, prepara o terceiro round: ele apresenta amanhã, na primeira sessão do ano, um projeto de resolução que pretende extinguir o voto secreto na Casa. A votação ‘oculta’ é utilizada na eleição da Mesa Diretora, na concessão de títulos, na análise de vetos do Executivo e nos pedidos de cassação de prefeito, vice-prefeito e parlamentares municipais. “É um retrocesso em tempos que a sociedade clama por transparência”, diz o autor da proposta.